SENHOR, CRIAI EM MIM UM CORAÇÃO QUE SEJA PURO...A CADA DIA!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Oração da Prosperidade

Meu Deus e meu Pai, em nome de Jesus eu te peço abençoe a minha vida, o meu trabalho e o meu negócio.
Senhor amado, em tuas mãos coloco toda a minha existência.
Que o nome do Senhor seja glorificado atravéz da minha prosperidade.
Eu regeito, pela Fé todas as maldoções lançadas sobre a minha vida e em nome de Jesus eu piso na cabeça do diabo e declaro que saí um vencedor em nome de Jesus.
Amém.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A morte uma grande realidade

Um homem morreu de repente.
Ao dar-se conta viu que se aproximava um ser muito especial que não se parecia com nenhum ser humano.
Levava uma maleta consigo e lhe disse:
- Bem amigo, é hora de irmos. Sou a morte.
O homem, assombrado, perguntou á morte:
- Já? Tinha muitos planos para breve.
- Sinto muito, amigo. Mas é o momento da tua partida.
- Que trazes nessa maleta?
E a morte lhe respondeu:
- Os teus pertences.
- Os meus pertences? São as minhas coisas, as minhas roupas, o meu dinheiro?
- Não, amigo, as coisas materias que tinhas, nunca te pertenceram. Eram da terra.
- Trazes as minhas recordações?
- Não amigo, essa já não vêm contigo. Nunca te pertenceram. Era do tempo.
- Trazes os meus talentos?
- Não amigo, esses nunca te perteceram. Eram das circunstâncias.
- Trazes os meus amigos, os meus familiares?
- Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do carinho.
- Trazes a minha mulher e os meus filhos?
- Não amigo, eles nunca te pertenceram. Eram do coração.
- Trazes o meu corpo?
- Não amigo, esses nunca te pertenceu. É propriedade da terra.
- Então o homem, cheio de medo, falou para morte:
- Morte, por favor, deixa ver o que tem na maleta?
- Sim. Pode abrir e veja o que nós estamos levando.
E o homem tremendo abriu a mala e se deu conta de um coração e a Cruz de Jesus.
Assim ele compreendeu que na vida, nós devemos estar sempre de coração aberto para o Amor e que não existe salvação sem Cruz.

terça-feira, 31 de maio de 2011

A morada no céu




Um homem muito rico morreu e foi recebido no céu. O anjo guadião o levou por várias alamedas e foi mostrando-lhe as casas e moradias. Passaram por uma linda casa com belos jardins.


O homem perguntou: Quem mora aí? O anjo respondeu: É o Raimundo, aquele seu motorista que morreu no ano passado.


O homem ficou pensando: Puxa! O Raimundo tem uma casa dessas! Aqui deve ser muito bom!


Logo a seguir surgiu outra casa ainda mais bonita. E aqui, quem mora? Pergntou o homem. O anjo respondeu: Aqui é a casa da Rosalina, aquela que foi sua cozinheira.


O homem ficou imaginando que, tendo seus empregados magníficas residências, sua morada sua morada deveria ser no mínimo um palácio. Estava ansivo por vê-la.


Nisso o anjo parou diante de um barraco construído com tábuas e disse: Está é a sua casa!


O homem ficou indignado. Como é possível! Vocês sabem construir coisa muito melhor.


Sabemos - respondeu o anjo, mas nós construímos apenas a casa.


O material são vocês mesmos que selecionam e nos enviam lá de baixo. Você só enviou isso!


MORAL DA HISTÓRIA:


Cada gesto de amor e partilha é um tijolo com o qual construímos a eternidade.


Tudo se decide por aqui mesmo, nas escolhas e atitudes de cada dia. Não deveremos dizer a Deus que temos grandes problemas, mas dizer aos problemas que temos um grande Deus...






sábado, 28 de maio de 2011

A iluminação



Um dia, perguntaram a um grande mestre quem o havia ajudado a atingir a iluminação, e ele respondeu: "Um cachorro".

Os discípulos, surpresos, quiseram saber o que havia acontecido, e o mestre contou:

- Certa vez, eu estava olhando um cachorro, que parecia sedento e se dirigia a uma poça d'água.

Quando ele foi beber, viu sua imagem refletida.

O cachorro, então, fez uma cara de assustado, e a imagem o imitou.

Ele fez cara de bravo, e a imagem o arremedou.

Então, ele fugiu de medo e ficou observando, distante, durante longo tempo, a água.

Quando a sede aumentou, ele voltou, repetiu todo o ritual e fugiu novamente.

Num dado momento, a sede era tanta que o cachorro não resistiu e correu em direção à água, atirou-se nela e saciou sua sede.

Desde esse dia, percebi que, sempre que eu me aproximava de alguém, via minha imagem refletida, fazia cara de bravo e fugia assustado.

E ficava, de longe, sonhando com esse relacionamento que eu queria para mim.

Esse cachorro me ensinou que eu precisava entrar em contato com a minha sede e mergulhar no amor, sem me assustar com as imagens que eu ficava projetando no outro.